Considerações astrológicas sobre 2019
por Débora Evangelista
por Débora Evangelista
Sem dúvida nenhuma, este é um ano de trabalhar o retorno ao lar.
Este retorno significa a busca de um propósito que se adeque ao seu tamanho,
que seja confiável, confortável e que enalteça a expressão de seus mais nobres
valores. Isto significa que, quem ainda não está com o mundo interno em ordem,
para poder sentir-se bem consigo mesmo, com sua família e com a família
planetária deverá trabalhar com afinco as suas tendências, pendências, dramas
de controle, crenças e toda ordem de eventos, contratos, crenças e valores que
não estejam em harmonia com a paz e o aconchego que as situações bem resolvidas
propiciam. Vemos um crescente aumento na busca por práticas integrativas, de
terapias, constelações familiares e outras práticas que enfatizam os processos
pessoais. Sobretudo será necessário neste período trabalhar a simplicidade e a
fé, a entrega àquilo que é de origem, àquilo que mantém a sociedade viva, mais
unida, próspera, saudável e sustentável. Isto é bastante diferente da forma
como trabalhamos até agora como humanidade. Este é o ponto chave, a solução da
equação. O signo de Câncer, que é o Nódulo Norte na revolução solar de todos,
simboliza a constelação da Colméia. Este símbolo significa a família cósmica
que trabalha para o bem comum com amor, afinco e fidelidade tal como as
abelhas. Este será um ano de transformar venenos em mel, de aprender a
qualificar as energias e a expressar o amor. Tantos quantos foram os venenos
herdados ao longo da linhagem familiar e humana, eles serão todos
transformados. Espero que você esteja pronto para este que não é um desafio,
mas uma proposta que a vida apresenta. As energias dispensadas são inovadoras,
mas carregadas de sabedoria ancestral. Esteja atento para não transformar isto
em uma nova batalha. Aqui não cabem mais guerras, competições ou imposições. O
trabalho é interno. Vale aceitar a dança e fluir com criatividade e soluções
para além da pequena família e dos conceitos pré-estabelecidos. Não será
necessário tolerar ou perdoar “na marra”, mas apenas fluir criando novas formas
de se relacionar. Assim, cada coisa e pessoa caminha para aquilo que lhe é
próprio e natural desenvolvendo seu propósito e colaborando em acordo com este
grande mosaico que é nosso planeta. O conceito de globalização se transforma e
muito quando cada tribo, cada pecinha do mosaico, cada contribuição
individualizada é reconhecida. Lindo dia!
Info:
www.terapiaslifecoach.com.br
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